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Vanilla Sky: até onde podemos confiar naquilo que vemos?

Foto do escritor: Vinícius Nunes
Vinícius Nunes
14 de set.
1 min de leitura

Nesse último final de semana, consegui assistir a um filme que há muito tempo estava na minha lista: Vanilla Sky.


Com um elenco que dispensa comentários para quem acompanhou os grandes filmes dos anos 2000, a produção reúne Tom Cruise, Penélope Cruz, Cameron Diaz e Kurt Russell em uma história que mistura romance, suspense, drama e ficção científica.



A história acompanha David Aames (Tom Cruise), um jovem rico, bonito e acostumado a ter tudo o que deseja. Sua vida parece perfeita até que um acontecimento inesperado muda completamente sua realidade. A partir daí, o filme começa a brincar com a percepção do protagonista — e também com a do espectador.


Vanilla Sky é daqueles filmes que fazem você questionar o que está vendo. A produção trabalha com temas como amor, perda, escolhas, aparência, memória e, principalmente, a dificuldade de distinguir aquilo que é real daquilo que pode estar apenas na nossa mente.


Mais do que simplesmente acompanhar a história, assistir ao filme é uma experiência de tentar montar o quebra-cabeça junto com o protagonista.


E talvez seja justamente isso que tenha feito Vanilla Sky permanecer tão comentado mesmo depois de tantos anos.


Agora que finalmente consegui assistir, entendo por que esse filme despertava tanta curiosidade em mim.


É uma daquelas produções que provavelmente merecem uma segunda sessão — principalmente depois que você conhece o desfecho.

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